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RESTAURANTE DAS MARAVILHAS

Não, não é um restaurante das funkeiras do Bonde das Maravilhas! Dá um tempo! Na verdade, é do País das Maravilhas, mas se eu falasse logo de cara não ia ficar divertido. tehehe

Então, uma amiga minha compartilhou no Face a decoração de um restaurante lá do Japão tematizado no País das Maravilhas (aqueeeele, da Alice, lembra?). Eu entrei no link só para dar uma olhadinha e quando vi já tinha passado mais de uma hora.

Alice's Fantasy Restaurant - filial Shibuya

A Fantastic Design Works é uma empresa de design (duh!) incrível e projetou os espaços de uma rede de restaurantes toda inspirada na obra de Lewis Carrol. Gente, são 6 restaurantes. SEIS! 1 2 3 4 5 6 Até os nomes são legais: Alice in a labyrinth, Alice in fantasy land, Alice in fantasy book, Alice in magical land, Alice in an old Castle e Alice in a dancing land (considere que essas são as traduções dos nomes originais para o inglês, tá?).

Todos os projetos da empresa são maravilhosos, vale a pena visitar o site.  Ai meu Deus, me leva pra lá!!!!

Eu pesquisei mais informações sobre os restaurantes Alice’s Fantasy, mas vou avisando que só achei em fontes secundárias (e é muito possível que eu tenha errado alguma referências aí) pois, esta que vos digita não fala japonês e não confia nas traduções do Google. muah/

Da decoração das paredes até o layout do cardápio (que eu li que é um livro pop-up mas não encontrei nenhuma foto :(), tudo é inspirado no mundo de Alice nos mínimos detalhes. Algumas unidades têm mesas em formato de coração (alô, rainha de Copas), outras ficam escondidas atrás de cercas vivas, as garçonetes usam vestidinhos azuis com avental, paredes cobertas por páginas gigantes do livro, mesas em forma de xícara, e por aí vai.

Filial Shinjukunishi (fotos da Fantastic) – as fotos abaixo aumentam! Um pouco, mas aumentam.

Filial Shibuya (fotos da Fantastic) – E as mesas dentro desse “carrossel”?!?

Filial Ikebukuro (fotos da Fantastic)

Filial de Shinjuku (fotos do Japan Tourist)

Filial Ginza (fotos Japan Tourist).

Tinha que ser no Japão!

*mudando para o Japão*

UMA ILHA HABITADA POR COELHOS

Ōkunoshima

Ōkunoshima é uma pequena ilha no Japão. Tem áreas para acampamento, trilhas para caminhada e locais de interesse histórico na ilha. Apesar de muito pequena, a ilha desempenhou um papel fundamental durante a Segunda Guerra Mundial como uma fábrica de gás venenoso. Hoje existe um museu dedicado ao tema, inaugurado em 1988 com o fim de alertar às pessoas quanto ao perigo representado pelo gás venenoso.

Daí você pensa “Aham, agora o blog vai pagar de aula de história?”. Acontece que Ōkunoshima costuma ser chamada também de Usagi Shima, que significa algo como “Ilha dos Coelhos”. Existem muitos coelhos vivendo na ilha, a maioria acostumada à presença humana. *.*

Ōkunoshima

Algumas fontes dizem que se tratam de coelhos selvagens. Mas a explicação é que os coelhos eram cobaias de laboratório (por causa da fábrica de gás venenoso), que foram soltas depois da ocupação das Forças Aliadas. Apesar da existência de um museu tã importante, os coelhos continuam sendo a atração principal da ilha. Por que será? XD

Ainda assim, só de saber o motivo pelo qual aqueles coelhinhos fofinhos estão ali, já dá para aprender um bocado sobre história.

Se liga no vídeo:

Foto do coelho: GetHiroshima Outras: Wikipedia

VIAJANDO NOS FILMES

Já pensou em inspirar-se em algum filme para escolher o destino das suas férias? Eu fiz uma lista de lugares que foram locação de algum (alguns) filme (s) e acabaram chamando tanta atenção quanto a história dos personagens.

Nova York

O destino-mais-desejado-pelas-fashionistas-e-fãs-de-Carrie-Bradshaw. Fica até difícil escolher um filme, já que são taaaaaantos. Bom, eu vou indicar O Diabo Veste Prada porque tem a linda, maravilhosa e poderosa Meryl Streep.

New Orleans

Se a cidade berço do jazz é locação de um filme, então a trilha sonora tem que ter… jazz. Duh! É claro que New Orleans não foi a locação “de verdade verdadeira”, afinal,  A Princesa e o sapo é um desenho. Mas deu para entender a ideia, né?

Tóquio

Outra cidade que é cenário para milhares de filmes, mas como eu sou fã de mangás, adivinhem que filme eu vou colocar. Nana! Tem coisa melhor que Tóquio + rock + duas amigas + historinha de amor?

Nova Zelândia

Ok, Nova Zelândia não é uma cidade, mas quem liga? As paisagens de lá não foram tão lindamente exibidas em nenhum filme quanto na trilogia O Senhor dos Anéis. É, tem outros filmes, mas meu fanatismo é mais forte.

Rio de Janeiro

Um pouquinho de Brasil vai bem. Rio é outra animação com músicas típicas decentes na trilha sonora. O bom do desenho se passando no Rio é que não tem a violência da cidade real (uma pena a cidade estar do jeito que está).

Ouro Preto

A uma vez capital e hoje principal destino turístico de Minas Gerais (baixou a turismóloga aqui) foi locação do filme que conta a história de Aleijadinho. O filme Aleijadinho – Paixão, Glória e Suplício não é nenhum Oscar material, a começar pelo nome, sejamos sinceros! Mas as paisagens valem a pena (e aprender um pouquinho de história também).

México

O filme não se passa todo no país, mas o que importa é que Frida conta a história de uma das principais artistas mexicanas, Frida Kahlo. História sofrida a dela, que começa com um acidente horrível que a deixou com problemas de saúde para o resto da vida. Ao mesmo tempo é uma história cativante, as cenas são bonitas e a trilha sonora é maravilhosa. Ui, falei demais!

Berlim

Já falei do filme Christianne F. aqui. Como eu gosto tanto do filme, vai de novo! \o/

Austrália

Em road movie que se preze, o transporte PRECISA dar defeito no meio do caminho. É isso o que acontece em Priscilla, a Rainha do Deserto. Se você ainda não assistiu esse, toma vergonha na cara e assiste agora! Esse filme é muito clássico! É divertido, trilha sonora mara e ainda com Hugo Weaving e Guy Pearce de travecos. #ComoNãoAmar

ALETORIEDADES SOBRE VIAGENS E UM TUMBLR BEM LEGAL

Ontem eu conheci o It Pobrinha. É um Tumblr da Jana Rosa, Fernanda Tedde e Olivia Rambelli com dicas de viagens “alternativas”. Por “alternativa” entenda “baratinhas”. Achei o máximo! Sabe por quê?

Na minha opinião, viagem é experiência e não aquele combo restaurante chique + compras + banheira de hotel. Para falar a verdade, essa de viajar só pra gastar é muita pobreza de espírito. Parece que a pessoa está querendo esfregar na cara da sociedade o quanto ela é abastada, chique e… it. A propósito, “it” já era! Que ano é esse? Besteira danada. O legal mesmo é aproveitar ao máximo a experiência em si, o aprendizado que a viagem proporciona, as histórias que você vai contar pros amigos depois e de preferência sem gastar muito. Afinal, voltando para casa vai ter um monte de contas para pagar e convenhamos: são poucas as pessoas realmente ricas nesse país. Então, bora viajar sem ilusão, tá?

Com isso, eu resolvi escrever sobre algumas coisinhas que raramente são faladas em posts com dicas de viagem. Geralmente, a gente encontra dicas de lugares para fazer compras (viajar só para fazer compras é muito sacoleira-spirit), atrações turísticas para visitar (que todo mundo já ouviu falar e não tem novidade nenhuma) e restaurantes chiquérrimos (que a maioria dos leitores não vai poder pagar).

Por exemplo, quantos bloggers indicam usar transporte público? E hospedagem em hostel?

Só os mais “alternativos” mesmo… Imagina se todo blogger fizesse um guia tipo esse aqui!

Acabei de lembrar de uma coisa. Uma amiga minha, cujas amigas tem lá seus 40 ou 50 anos e já são financeiramente bem sucedidas, comentou uma vez que essas amigas se recusam a pegar metrô em São Paulo, mas que em Londres acham o máximo da praticidade. Oi? Nem me venha falar que em Londres o metrô é muito melhor porque em cidade grande é sempre lotado, chato, demorado, com gente mal educada, etc. Pode ser mais seguro, organizado, ou ter mais opções de paradas e coisas assim, mas também não é essa coca-cola toda. Só porque está na gringa vai falar que lá é tudo melhor? Já viu como é o metrô no horário de pico em Tóquio?

Hospedagem barata: foi-se o tempo em que hostel era sujo, com gente esquisita ou perigoso. Ainda existem alguns assim (é verdade!), mas muitos já melhoraram e muitos outros foram abertos pensando não só em oferecer preços baixos, mas também conforto. Hostel tem quarto coletivo (4, 5, 10 ou 15 pessoas no mesmo quarto), quarto para casal (um pouquinho mais caro que os quartos coletivos) ou reserva especial para grupos. Um site legal para descobrir hostels pelo Brasil é o da Hosteling International. Vai lá, procura o hostel na cidade que pretende visitar e depois procura no Mochileiros as opiniões de quem já visitou. Assim, você vai com mais segurança, sabendo o que te espera no destino.

Se não quiser ficar em hostel, também existem hotéis baratinhos. Uma coisa que eu faço e funciona é a seguinte: quando eu viajo, quero ficar hospedada num determinado bairro da cidade. Vou no Google Maps, marco um lugar mais ou menos no meio daquele bairro e uso a opção “Nesta área, pesquisar por”. A gente sempre acha vários hotéis por perto e, com o nome de cada um, joga no Google procurando por referências, comentários de hóspedes, reclamações, etc. Foi numa dessas que encontrei o Hotel Koten em Buenos Aires e a Pousada dos Franceses em São Paulo.

Compras: ok, tudo bem, comprar é legal. Se o preço for mais baixo que no Brasil, melhor ainda. Mas faça-me o favor de comprar algo típico para você montar uma “galeria de viagem”. No mais, se quiser comprar roupas ou outras coisas além de souvenires-que-só-se-encontra-em-feiras, tem outlet para tudo que é lado. Uma opção de site para pesquisar outlets no exterior é o Premium Outlets.

No mais, procure sempre por atrativos que te interessem e não o que esta ou aquela pessoa falou. É claro que saber das experiências de outras pessoas é sempre bom, mas cada pessoa é diferente e pode acabar se decepcionando com aquela “atração incrível que fulana amou e recomendou pra todo mundo”.