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DIÁRIOS DE CARRIE E MÚSICAS DOS ANOS 80

The Carrie Diaries | Os diários de Carrie

Então, a série de tv The Carrie Diaries começou (já está no terceiro episódio). Demorei a assistir porque estava ocupada tirando o atraso de Friends (não me julguem, ainda não assisti tudo). Bom, não vou fazer review da série. Só assisti o primeiro episódio e ele segue bastante do livro, com algumas alterações, claro! O que me fez escrever esse post foram as músicas que tocaram. Para quem quiser ler algo sobre os livros, clica aqui que tem post.

Carrie

A história se passa em 1984 e a trilha sonora é recheada de clássicos dos anos 80. ATÓRON! Fiz uma lista das músicas, tentando indicar quando elas tocam e estou aqui me esforçando para não soltar spoilers. Então vamos lá:

Logo no início do episódio, toca “I Melt With You”, do Modern English.

Na primeira cena de Carrie com a irmã, toca  “Burning Down the House” do Talking Heads.

Quando Carrie está chegando no colégio, toca “Blue Monday” do New Order. Tem a versão abaixo igualzinha à da série e a do clipe que você pode ver aqui.

Depois (não vai ser legal contar esta cena), tem um cover de “Material Girl” por  The Bird & The Bee.

Em Manhattan, toca “Jet fighter” do The Three O’Clock.

Ainda na ilha, enquanto Carrie está olhando a paisagem feito uma autêntica turista,  “Bette Davis Eyes” da Kim Carnes.

Na festa do colégio, tem “Footloose” do Kenny Loggins. Eita musiquinha legal essa, nossa!!! *lembranças* Aliás, existe o filme Footloose, de 1984, com o lymdo (AND jovem) do Kevin Bacon.

E na loja de roupas, a trilha é “Just Can’t Get Enough” do Depeche Mode.

No final do episódio, tem “Girls Just Wanna Have Fun” na versão do Greg Laswell e, claro, na original da Cindy Lauper. Uma série de menina que não toca “Girls Just Wanna Have Fun” não teria meu respeito!

Carrie

Tem mais músicas além dessas. Assiste lá que você vai curtir.

TAKE MY BREATH AWAY

Quem lembra do filme Top Gun do qual falamos na quinta?

Então, não é só o filme que é bom.  A trilha sonora também é MARA! Não é a toa que chegou a #1 na Billboard em 1986 e ainda é um dos 100 albums mais vendidos.

Temos duas versões.  Uma “básica”, que é a que eu tenho, e uma extended, com mais músicas. Quanto mais, melhor, né minha gente?

Comecemos pela básica:

Danger Zone – Kenny Loggins
Mighty Wings – Cheap trick
Playing with the Boys – Kenny Loggins
Lead Me On – Teena Marie
Take My Breath Away – Berlin
Hot Summer Nights – Miami Sound Machine
Heaven in Your Eyes – Loverboy
Through the Fire – Larry Green
Destination Unknown – Marietta
Top Gun Anthem – Harold Faltermeyer & Steve Stevens

Quais pular?? NENHUMA!

Recomendo especialmente a balada tema do romance. Apaixonante! Quando escuto, dá uma dor na boca do estômago que depois sobe para o coração. É linda mesmo. E realmente tira o fôlego, como o título sugere.

Além dessa, recomendo fortemente as músicas do Kenny Loggins, que são tão anos 80… nossa, adoro!!! São bem assim de “ação”, sabe? Você lembra na hora das cenas do filme.

A segunda faixa da trilha, Mighty Wings, também é nesse estilo, apesar de não ser do Kenny Loggins… Ah, e Top Gun Anthem é para quem, como eu, ama guitarra.

Aí, como se não fosse suficiente, foram adicionadas mais 5 músicas em 1999:

(Sittin’ on) the Dock of the Bay
Memories
Great Balls of Fire” (Original Version)
You’ve Lost That Lovin’ Feelin’
Playing with the Boys (12″ Version)

Dessa nova leva, a única que não gosto muito é Great Balls of Fire. A melhor é You’ve Lost That Lovin Feelin (é uma baladinha também). A versão do CD é melhor do que a que você escuta no filme. Se vc já assistiu, você sabe o porquê.

Já em 2006, colocaram MAIS!

Can’t Fight This Feeling
Broken Wings
The Final Countdown
Nothing’s Gonna Stop Us Now
The Power of Love

Dessas últimas, devo confessar que não lembro de nenhuma tocando no filme.

Não sei bem porque adicionaram, mas Broken WingsNothing’s Gonna Stop Us Now e The Power of Love  são ótimas  (se bem que The Power of Love eu prefiro na voz da Celine Dion e não da Jennifer Rush, como está no CD… mas é boa do mesmo jeito).

ÓTIMAS BANDAS… QUE NÃO EXISTEM!

Ótima banda que não existe? Hello!! Tá louca, Ali?

Seja em filme, desenho animado ou quadrinhos, de vez em quando aparece uma banda que acaba fazendo tanto ou mais sucesso que o meio que lhe deu origem. Semana passada eu falei da HQ Nana e hoje eu trouxe as bandas que fazem parte da história.

Uma delas é a Black Stones (ou Blast para os íntimos!). É uma bandinha punk da qual a Nana Osaki é a vocalista. A outra banda é o Trapnest. As músicas das bandas fizeram tanto sucesso que até organizaram uma turnê convidando músicos para interpretarem os personagens. O vídeo aí é de um “show” do Trapnest que apareceu num episódio do desenho. Para ouvir Black Stones, clica aqui.

Do desenho, vamos para o cinema. A Rainha dos condenados foi uma adaptação de um livro da Anne Rice. Se você gosta de histórias de vampiros, é obrigatório ler pelo menos um dos muitos livros dela sobre o assunto (Vai me dizer que você nunca ouviu falar de Entrevista com o vampiro?).  Vampire Lestat é a banda do protagonista. As músicas para a banda foram compostas e gravadas pelo Jonathan Davis do Korn (tem participações de outros cantores também, devido a um problema de contrato do Davis com a Sony que o impediu de deixar sua voz nas músicas para o CD da trilha sonora). Mas, vendo os clipes, você acredita que é o vampiro cantando mesmo. A propósito, o Stuart Townsend (ator que deu vida a Lestat nesse filme) conseguiu me convencer, tanto como vampiro como quanto cantor. Isso depois de Tom Cruise ter interpretado o Lestat anos antes!

Em 1988, veio o filme do Eddie Murphy Um príncipe em Nova York. A parte mais engraçada pra mim é quando o príncipe, interpretado por Eddie, chega no culto de uma igreja à procura de uma noiva e assiste à apresentação de Randy Watson e sua banda, Chocolate Sensual. Nota: juro que o Randy é o próprio Eddie Murphy. Podem acreditar! Esse cara sabe se transformar.

 Nos Simpsons também apareceu uma banda e o Homer era parte dela. The Be Sharps (na tradução virou Os Bem Afinados) era um quarteto de vozes e, com inspiração nos Beatles, tocaram no telhado da taverna do Moe.

Outro desenho com banda foi o South Park. A Timmy and the Lords of the Underworld era a banda do garotinho Timmy (lógico né, Ali?), aquele da cadeira de rodas que não falava nada além de gritar o próprio nome.

E por último, quem não viu As Esquisitonas tocando no baile de inverno de Hogwarts? No original The Weird Sisters, a banda criada pela J.K. Rowling é a mais famosa do mundo bruxo.