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ÓTIMAS BANDAS… QUE NÃO EXISTEM!

Ótima banda que não existe? Hello!! Tá louca, Ali?

Seja em filme, desenho animado ou quadrinhos, de vez em quando aparece uma banda que acaba fazendo tanto ou mais sucesso que o meio que lhe deu origem. Semana passada eu falei da HQ Nana e hoje eu trouxe as bandas que fazem parte da história.

Uma delas é a Black Stones (ou Blast para os íntimos!). É uma bandinha punk da qual a Nana Osaki é a vocalista. A outra banda é o Trapnest. As músicas das bandas fizeram tanto sucesso que até organizaram uma turnê convidando músicos para interpretarem os personagens. O vídeo aí é de um “show” do Trapnest que apareceu num episódio do desenho. Para ouvir Black Stones, clica aqui.

Do desenho, vamos para o cinema. A Rainha dos condenados foi uma adaptação de um livro da Anne Rice. Se você gosta de histórias de vampiros, é obrigatório ler pelo menos um dos muitos livros dela sobre o assunto (Vai me dizer que você nunca ouviu falar de Entrevista com o vampiro?).  Vampire Lestat é a banda do protagonista. As músicas para a banda foram compostas e gravadas pelo Jonathan Davis do Korn (tem participações de outros cantores também, devido a um problema de contrato do Davis com a Sony que o impediu de deixar sua voz nas músicas para o CD da trilha sonora). Mas, vendo os clipes, você acredita que é o vampiro cantando mesmo. A propósito, o Stuart Townsend (ator que deu vida a Lestat nesse filme) conseguiu me convencer, tanto como vampiro como quanto cantor. Isso depois de Tom Cruise ter interpretado o Lestat anos antes!

Em 1988, veio o filme do Eddie Murphy Um príncipe em Nova York. A parte mais engraçada pra mim é quando o príncipe, interpretado por Eddie, chega no culto de uma igreja à procura de uma noiva e assiste à apresentação de Randy Watson e sua banda, Chocolate Sensual. Nota: juro que o Randy é o próprio Eddie Murphy. Podem acreditar! Esse cara sabe se transformar.

 Nos Simpsons também apareceu uma banda e o Homer era parte dela. The Be Sharps (na tradução virou Os Bem Afinados) era um quarteto de vozes e, com inspiração nos Beatles, tocaram no telhado da taverna do Moe.

Outro desenho com banda foi o South Park. A Timmy and the Lords of the Underworld era a banda do garotinho Timmy (lógico né, Ali?), aquele da cadeira de rodas que não falava nada além de gritar o próprio nome.

E por último, quem não viu As Esquisitonas tocando no baile de inverno de Hogwarts? No original The Weird Sisters, a banda criada pela J.K. Rowling é a mais famosa do mundo bruxo.

NANA: HQ E FILME

Já ouviu falar de NANA? Bem, NANA é um mangá escrito/desenhado pela magaká Ai Yazawa e um dos mais vendidos no Japão.

A história é sobre duas garotas que tem o primeiro nome em comum, Nana Osaki e Nana Komatsu. São de estilos e comportamentos totalmente diferentes. Nana Komatsu é ingênua e sonhadora, a típica garota do campo que não sabe o que quer para sua vida. A outra é Nana Osaki moderna e fashion, é vocalista de uma banda de Punk, ela está determinada a ter sucesso com suas músicas. As duas garotas se encontram no trem indo para Tokyo e desenham uma história recheada de amores, sonhos e amizades.

Eu conheci por meio da famosérrima guru de maquiagem Michelle Phan, que fez um tutorial inspirado na personagem punk da história. Confere aí:

Mas Nana não ficou apenas nas páginas. Ganhou adaptação em desenho e no cinema. Depois que eu já tinha lido vários números (a publicação é mensal), eu fiquei sabendo da existência dos filmes e resolvi procurar. Como o filme é em japonês e eu não falo o idioma, tive que fuçar bastante até encontrar algum com legenda em inglês!  O desenho, eu encontrei legendado em português pelos fãs nesse canal aqui, mas continuemos falando dos filmes.

O filme já começa com uma música super legal, da banda da Nana Osaki, a Black Stones (Blast para os íntimos!). Foram compostas várias músicas especialmente para dar vida à banda. Eu já ouvi várias e adorei. A propósito, as músicas foram compostas por um artista japonês que eu amo, o Hyde. Mas dele eu já falei aqui.

À medida que cada personagem ia aparecendo eu falava comigo mesma “Nossa, ficou igualzinho no mangá!”. A caracterização do atores ficou incrível. Acho que nenhum fã do mangá tem do que reclamar. Inclusive, se alguém interessar em assistir, leia o HQ primeiro para ter a mesma sensação. Foi divertido!

Desde que comecei a ler, me identifiquei mais com a Nana roqueira (por que será?). Ela é uma garota comum e tal, mas tem uma força para lutar, sabe como é? Eu estou num momento da minha vida de procurar realizações e acho que isso influenciou. Já a Nana Komatsu é mais menininha, romântica e sonhadora (todas somos, né?). Ela é um pouco infantil e ingênua, o oposto da amiga. Não vou contar mais para não estragar, né?

As músicas compostas para o filme (e também para o desenho) são ótimas, com uma pegada punk mas ainda “pop”, digamos assim. Mesmo quem não nasceu ouvindo Sex Pistols vai curtir. Recomendo a Glamorous Sky (não encontrei a cena do filme, então vai a performance ao vivo com a atriz Mika Nakashima) e Rose (que é a música de abertura do desenho) para começar. Se quiser ouvir mais, joga “Nana Original Soundtrack” no Youtube e divirta-se.

O mais legal de NANA, na minha opinião, é que tanto as meninas mais independentes e de personalidade forte quanto as mais mulherzinhas e romantiquinhas podem se identifica com a história. Além disso, todas vão se apaixonar ou pelo Ren ou pelo Shin (ai ai, o Shin no filme é tãããããããão fofo!!!!).

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Atualização (2013): Percebi que estão aparecendo visitantes aqui no blog em busca dos filmes legendados. Até onde eu sei, não foram lançados no Brasil. Nesta página você encontra os links para uma versão do primeiro filme legendada por fãs para assistir online; e neste blog os links para baixar o segundo filme.

xoxo