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CURTINDO UMA FOSSA COM ESTILO

Porque todo mundo tem precisa ter um pouco de médico e louco Barney Stinson!!! "Quando estou triste, eu deixo de estar triste e ao invés disso  fico incrível."

Daí que eu comecei a assistir How I met your mother (pois é, eu não assistia ainda, não me julguem!) e, como era de se esperar, Barney Stinson me conquistou também. O negócio é que ele é o tipo de pessoa que todo mundo, secretamente ou não, deseja ser. Afinal, quem não gostaria de poder dizer isso?

“Quando estou triste, eu deixo de estar triste e ao invés disso  fico incrível.”

Às vezes, a gente está tendo aquele dia de cão e… ok, o que fazer? Vai aí uma lista aleatória e altamente parcial para você curtir aquela deprê.

Quer ou precisa ficar sozinha? Normal. Todo mundo precisa de um tempinho para si mesmo, estando feliz ou não.

Maratona de séries – Precisa de sugestão para escolher o que assistir? Dá uma olhada nesse post.

Coma toneladas de chocolate#chocólatra #gulosadescarada Ok, exagerei. Mas uma mísera escapadinha da alimentação saudável no mês não vai destruir sua saúde, nem sua dieta, ou seja lá o que te impeça de comer chocolate todo dia. Para ajudar, dá uma olhada nessas receitas de caneca e nesse cupcake de chocolate altamente engordativo e gerador e felicidade.

Limpe os armários – A maioria das pessoas consegue ter mais calma estando num lugar organizado, vendo as coisas bonitinhas e no lugar. Por algum motivo, desapegar das coisas que não interessam mais e manter as que interessam em ordem dá aquele up que você vai precisar.

Passe um dia inteiro de pijama – Nuff said!

Faça um dia de spa – Entra nesse link e se joga.

Dance ao som de Jackson 5 – Você não sabe por quê? Coloca a música no talo e imite a coreografia. Testado e aprovado! XD

Sair sozinha – e se rodear de estranhos. Às vezes, é legal. Juro! Já foi no cinema sem companhia? E nem barzinho? A companhia que você mais tem que apreciar é a sua própria. Então, acompanhe meu raciocínio: se o dia já tá uma porcaria mesmo, arrisque fazer isso para ver no que dá. Se for bom, ponto pra você. Se foi chato, #whocares. Você não perdeu nada, conheceu um pouco mais de si mesma e ganhou o aprendizado.

Vendo o lado positivo de tudo – É difícil? É! Mas de tudo dá para tirar algo bom.

Não quer ficar sozinha, então que tal:

Chorar as pitangas cazamighe – Cinco minutos de chororô para aliviar e pronto e acabou! Não dá para ficar bancando a vítima, a pobrezinha e coitadinha para sempre. AFFE! Vai acabar perdendo os amigos assim. Não estou dizendo para transformar seu coração em pedra (oi, isso profundo SQN/) e não ter mais emoções. Mas tudo tem limite! Ficar parada no mesmo lugar vai ajudar em quê exatamente?

Séries, comilança e dancinhas coreografadas – ficam mais divertidas ainda em grupo (mico!).

Girls Night Out – Na verdade, essa sugestão corresponde a várias opções possíveis (#risadamaligna). Chame as amigas para sair e vão curtir um programa Luluzinha. Ou faça uma noite de pijama! Eu já passei dos vinte, as amigas também, e continuamos fazendo. Envelhecer pra quê?

Até a Blair Waldorf faz

O que não fazer nem por decreto de Getúlio Vargas:

Não parar de se lamentar – Choramingar vai mudar alguma coisa? Reclamar de coisas que você não pode mudar? Então pra quê? Como eu disse ali em cima: para aliviar, para botar para fora, ótimo. O que não pode é deixar o mimimi tomar conta da sua vida.

A verdade é que, no final das contas, tudo vai passar. Enquanto isso, faça coisas legais para você mesma.

Onda de positividade detected!

DIÁRIOS DE CARRIE, A CIDADE E AS ADOLESCENTES

Com certeza você já ouviu falar de Sex and the city. Provavelmente ficou sabendo que a Candace Bushnell, autora do livro que originou a série, também escreveu outros livros contando a história da protagonista na juventude.

Pois então… eu li os dois livros sobre a vida de Carrie Bradshaw no colégio: Carrie Diaries e Summer and the city (Os diários de Carrie e O verão e a cidade, respectivamente). Tenho que admitir que adorei. Mesmo a história tratando de uma faixa etária à qual eu não pertenço mais, fez muito sentido pra mim. Não só como um entretenimento bacana e uma oportunidade para treinar o inglês (comprei a edição original que estava mais barata que a traduzida!), mas também como um livro que conversa com a leitora. É, leitorA, no feminino.

Enquanto eu lia, várias vezes eu tive aquela sensação de “nossa, eu já pensei a mesma coisa”, “uau, aconteceu comigo”, “conheço alguém assim”. Eu amo livros que proporcionam isso. A gente percebe que não é tão estranha assim, existem outras mulheres como a gente. Os livros estão longe de ser um manual da mulher moderna ou auto-ajuda para as moçoilas. Mas é certamente um “olha, isso acontece mesmo, é normal, encara que um dia resolve”. Pelo menos é o que eu acho.

Eu vejo Os diários de Carrie e O verão e a cidade como versões teen para Sex and the city. Por mais que todas amem SATC, a idade das personagens levam a situações cotidianas que a maioria das adolescentes não vivem ainda. E os dois livros proporcionam essa proximidade com o dia-a-dia delas. Apesar disso, são bons livros mesmo para quem não é mais teen. Toda mulher que ler vai se identificar com várias coisas!

Ah, e para as meninas que sonham ser escritoras é melhor ainda. A gente acompanha a jornada da Carrie em busca da sua profissão dos sonhos (lembra do último post?). Mesmo que você não pretenda ser escritora, vale a pena ler como uma mulher tem que lutar para crescer e alcançar seus objetivos profissionais.

Além dos livros, vai ter também a série! As filmagens já começaram. Quem vai interpretar a Carrie dessa vez é a AnnaSophia Robb. Não estranhe as roupas. A Carrie adolescente viveu nos anos 80! A estréia está prevista para o final deste ano. Já estou ansiosa!

Aqui você pode visitar o site oficial da Candace  Bushnell e conhecer um pouco mais da vida de escritora dela.

xoxo