Arquivo da categoria: Filmes e TV

RESENHAS DE FILMES E SÉRIES

Olá! Este é o postão de todas as resenhas de Filmes. Todas as resenhas que eu fizer de filmes serão listadas aqui para facilitar a vida de quem estiver procurando algo em específico ou simplesmente queira dar uma passada de olho nas resenhas que já foram feitas.

FILMES

Biloxi BluesTítulo: Biloxi Blues
Resenha
Onde comprar: 
Americanas; Submarino
christiane fTítulo: Christiane F.
Resenha
Onde comprar:
Saraiva
entrevista com o vampiroTítulo: Entrevista com o Vampiro
Resenha
Onde comprar: Americanas; Submarino; Saraiva
GirlTítulo: Girl
Resenha
Onde comprar: 
Amazon
o hobbit uma jornada inesperadaTítulo: O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Resenha
Onde comprar: 
SubmarinoSaraiva; Americanas
O JusticeiroTítulo: O Justiceiro 
Resenha
Onde comprar: O justiceiro –
Americanas; Saraiva; Submarino
O Justiceiro, Em zona de guerra – 
Americanas; Saraiva; Submarino
O Mágico De OzTítulo: O Mágico de Oz
Resenha
Onde comprar:
Americanas; Saraiva; Submarino
Nana filmesTítulo: Nana (2 filmes)
Resenha
Onde comprar:
Amazon – Nana; Nana 2
PenelopeTítulo: Penelope
Resenha
Onde comprar: 
Amazon
Kiki Delivery ServiceTítulo: O Serviço de Entregas de Kiki
Resenha
Onde comprar:
Amazon; Loja de Animes
top gunTítulo: Top Gun – Ases Indomáveis
Resenha
Onde comprar:
Submarino; Saraiva; Americanas

 

SÉRIES

2 Broke GirlsTítulo: 2 Broke Girls
Resenha
Onde comprar:
Submarino; Saraiva; Americanas
familia addamsTítulo: A Família Addams
Resenha
Onde comprar:
Submarino; Americanas
fresh princeTítulo: Um maluco no pedaço
Resenha
Onde comprar:
Submarino
friendsTítulo: Friends
Resenha
Onde comprar:
Saraiva; Fnac; Americanas; Submarino
the nannyTítulo: The Nanny
Resenha
Onde comprar:
Amazon
revengeTítulo: Revenge
Resenha
Onde comprar:
Submarino; Saraiva; Fnac; Americanas
ringerTítulo: Ringer
Resenha
Onde comprar: 
Amazon
seinfeldTítulo: Seinfeld
Resenha
Onde comprar: 
Submarino; Americanas; Fnac; Saraiva
sex and the cityTítulo: Sex and the City
Resenha
Onde comprar:
Saraiva; Americanas; Submarino

 

true bloodTítulo: True Blood
Resenha
Onde comprar: Saraiva; Fnac; Americanas; Submarino
will & graceTítulo: Will & Grace
Resenha
Onde comprar: 
Saraiva
 
   
 

Lembrete: os links informados aqui geram comissão para o blog. 😉

CONHECE O SERVIÇO DE ENTREGAS DE KIKI? VEM VER!

Sabe aqueles filmes que você descobre por acaso, assiste por não ter nada melhor para fazer e no final você está tendo ataques de fofolite aguda galopante? Pois é, meu caso com esse filme! Aliás, todo filme japonês que vejo é isso… eu e meu amor pelos japoneses. ~~heart heart~~

Kiki's Delivery Service

Kiki’s Delivery Service é de 1989 (baseado no livro de 1985) e conta a história da menina Kiki. Ela tem 13 anos, é uma bruxa (assim como sua mãe) e está perto de iniciar seu treinamento para se tornar uma grande bruxa. Para isso, ela tem que partir e encontrar uma cidade em que não haja uma bruxa residente, se instalar por lá e descobrir e desenvolver suas habilidades mágicas. Um belo dia, Kiki está ouvindo rádio e a previsão do tempo diz que a noite de lua cheia será clara e perfeita. Aí ela decide: tá na hora de ir!

Mas Kiki não parte em sua aventura sozinha. Seu fiel escudeiro Jiji, um gato preto falante (hello, ela é uma bruxa!), vai com ela, para auxiliá-la, aconselhá-la e se meter em confusões com ela! Olhem a cara desse gato e me falem como não amar!!!

Jiji

Durante sua estada na cidade, Kiki enfrenta várias dificuldades para de adaptar. Além de uma bruxa, ela é uma adolescente descobrindo o mundo. Tem como ser mais problemático? Junta mudar para uma cidade nova, arrumar um trabalho, ser bruxa AND conhecer garotos… elaiá! Tadinha da Kiki!

O filme é lindo! Para quem gosta de clássicos Disney, é obrigatório assistir.

O design, as cores, a vibração do filme inteiro são marcantes, coisa de fazer os olhos brilharem de emoção e fofolite! Os detalhes do filme são fantásticos: enquanto a Kiki está batendo perna na rua, tem uma criança fazendo birra com o pai no fundo, ou quando ela está correndo, ela da uma tropeçada e levanta apressada pra voltar a correr, ou as diferenças de luz entre sol e sombra… Ai, é tudo lindo! Tem mais, mas não tem graça de se contar tudo, né?

Curiosidades:
1) a versão em inglês tem dublagem da Kirsten Dunst (como Kiki) e do Matthew Lawrence (que dubla o Tombo, amiguinho da Kiki).
2) eu conheci o filme por meio da música tema que a banda Scandal tocou ao vivo num festival de 2010.

A música se chama Rouge no Dengon e é tão, mas TÃO lindinha-fofinha-divertida e ainda toca numa cena tão legal. Quase pulei na hora que começou! haha Super dramática eu, né? Fica o recado: façam mais músicas assim, poxa!!!

Depois de assistir ao filme, eu quis:

– Me mudar para a cidade que Kiki escolheu para seu treinamento;
– Adotar um gato preto falante (vontade cristalizada desde que conheci Salem em Sabrina, a aprendiz de Feiticeira);
– Ter um amigo inventor como o que ela encontra (sem mais spoilers, prometo!).

Não acabou ainda! Um remake live action do filme que foi lançado esse ano no Japão. #PRONTOMORRI #CadêOndeTem Saquem o trailer e venham ter infartinho comigo!

Sim, é em japonês. Mas tem legenda em inglês. 🙂

PS: Não achei pra vender no Brasil, mas na Amazon tem tudo, até pelúcia do Jiji.

 Se eu não voltar é porque morri de fofolite.

UM CONTO DE… ERR… FADAS?

Oi, tudo bem? Quando tempo, né? Não aguento essa gente que abandona o blog do nada sem ao menos abanar o rabinho e dar satisfações para os 2,7 leitores que tem. Muito feio isso!

Mas, bem, sinto muito pela ausência. A vida offline andou tomando conta de todo o tempo desta que vos escreve e não sobrava nem uns minutinhos no final do dia para postar, deixando o blog às moscas virtuais. Chega de mimimi. Bora pro que interessa! (E viva o português coloquial escreve-do-jeito-que-fala.)

Dias atrás eu assisti ao filme Penelope (adaptação do livro de Marilyn Kaye), estrelado por Christina Ricci (Família Addams; Monster: Desejo Assassino) e James McAvoy (As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa; X-Men: Primeira Classe).

Penelope

A história é a seguinte:

Penelope é uma jovem de uma família amorosa e abastada que sofre de uma maldição. Penelope nasceu linda, exceto pelo narigão de porco no meio da cara! É, isso mesmo. Ela tem uma tomada cor-de-rosa e enrugada ao invés de nariz. Num porquinho é fofo, mas imagina na cara de uma pessoa.

Para se livrar da maldição, Penelope precisa encontrar alguém de sua classe social que a ame pelo o que ela é, sem se importar com sua aparência. O filme mostra a busca de Penelope pelo amor verdadeiro.

Quem não gosta de romance já vai parar de ler aqui mesmo, mas espere! O filme tem uma reviravolta fantástica e vale a pena assistir até o final, mesmo que você não seja uma garotinha fofa e romântica em busca do amor verdadeiro. É uma comédia com mais água e açúcar do que Shrek + princesa Fiona. Pode confiar, você vai curtir! #ConfieNaAli

Christina Ricci em Penelope

Christina Ricci, como sempre, está incrível. James McAvoy está lindo de morrer com uma aparência rockstar em decadência que ligeiramente me lembrou a encarnação grunge de Sean Patrick Flanery. O cabelo comprido e as roupas mulambentas deixaram McAvoy parecidíssimo com o Julian Casablancas.

James Casabl.. digo... McAvoy em Penelope

O restante do elenco do filme também é ótimo. Ainda tem Peter Dinklage (o Tyrion Lannister de Game of Thrones) interpretando um repórter cujo objetivo de vida é tirar uma foto de Penelope; Catherine O’Hara (a mãe de Esqueceram de Mim) como a mãe de Penelope; e Reese Witherspoon (Legalmente loira) que faz uma motoqueira mucho loca que… bem, melhor não contar.

Alías, Dinklage neste filme está uma mistura de Tyrion Lannister com O Governador (de The Walking Dead, lembram da resenha?). Tapa-olho e tudo!

Peter Dinklage em Penelope

Se quiser comprar, tem o DVD no Brasil. Yay!

No Submarino.

E adivinha só, tem também o livro em que o filme foi baseado! No Submarino; e na Saraiva.

PS: os links não são patrocinados. 🙂

POR QUE EDWARD CULLEN É UM VAMPIRO DE VERDADE

Oi, tudo bem? Meu nome é Ali e eu gosto de viver perigosamente.

PRE-RI-GO

O negócio é o seguinte: a partir de agora, vou exercitar meu talento de ser do contra e testar minha habilidade para esquivar de pedradas que (possivelmente) virão. E a razão é que eu, depois de muito pensar, passei a considerar Edward Cullen um vampiro de verdade. Sim, aquele… do Crepúsculo. Vampiro. Sério!

Edward Cullen

Nenhuma pedra virtual voadora ainda? Ok, continuemos.

Logo que Crepúsculo (principalmente o filme) começou a fazer sucesso o suficiente para incomodar quem não era fã, choveram críticas das mais diversas: falavam que a história era chata, boba e feia; que Bella não tinha expressão nenhuma; Jacob era bocózão… Mas o mais importante era: esse Vampiro é Fanta Fada. Hello, ele brilha!

Se pensarmos em outros vampiros famosos na cultura pop (livros, filmes, tv, quadrinhos e sei lá mais o quê), vemos que muitos deles são criaturas da noite, sanguinárias, que não podem encarar a luz do dia. Lestat não me deixa mentir! Mas a verdade é que este estereótipo de vampiro foi construído ao longo do tempo e sofreu inúmeras mudanças para representar diferentes significados, para atender ao objetivo do autor ou agradar o público que consome o assunto.

Mas por que Cullen não é aceito como mais uma versão do vampiro? Só porque ele brilha? E quem disse que ele não pode brilhar?

Ai, Ali, mas você já viu o Drácula brilhar?

E o Drácula é o dono da verdade agora? Sinceramente, eu não vejo motivos para massacrar a criação da Meyer por esse motivo em específico (você pode ter outros motivos, mas aí já é outra história! MUAHAHA). Afinal, o que é ser um vampiro? Ou melhor, o que afinal é a essência do vampiro?

Consultando o Dicionário de Símbolos de Chevalier e Gueerbrant, encontramos o seguinte:

Morto que supostamente sai do seu túmulo para vir sugar o sangue dos vivos. […] Segundo a tradição, aqueles que foram vítimas de vampiros também transformam-se em vampiros: são esvaziados de seu sangue e, ao mesmo tempo, contaminados. […] O vampiro mata os vivos tirando a sua substância: só consegue sobreviver graças a sua vítima.

Essa definição, assim como todas as outras presentes no dicionário, busca descrever o essencial de cada elemento, o básico, o que é mais comum a todas as variações, na tentativa de demonstrar o sentido de um símbolo.

Resumindo: o dicionário apresenta uma descrição do arquétipo.

E agora vem a polêmica: Edward Cullen se encaixa perfeitamente neste arquétipo!

#RolaProCantoFogeDaPedra

Vejamos então se Cullen atende às características do arquétipo:

Morto – CHECK
Suga sangue dos vivos – CHECK
Suas vítimas de tornam vampiros – CHECK
Sobrevive se alimentando de sangue – CHECK

Tem mais: o próprio Dicionário de Símbolos informa que o conteúdo apresentado para cada verbete é uma simples fórmula, uma referência, e que cada elemento apresentado lá foge e vai além de suas definições. Ou seja, um vampiro que brilha sob a luz do sol pode continuar sendo vampiro!

Ok, Edward e sua família sobrevivem de sangue de animais, e os animais não viram vampiro depois disso. Who cares? A essência é a mesma: um vampiro sobrevivendo por meio da morte de outro ser. Mesmo se pensarmos na relação de Edward com os humanos, o arquétipo continua funcionando, só que de uma maneira mais velada. Pense comigo: Bella arrisca a própria vida, afasta-se das pessoas, abandona sua vida para se adaptar à de Edward e antes mesmo de virar mais uma vampira, a Bella de antigamente já está “morta”.

Sabe outra coisa que pode também? Nem todas as vítimas de um vampiro se tornarem vampiros. Vide True Blood: Existem vítimas que sobrevivem aos ataques, outras que simplesmente morrem e aquelas que, depois de um processo bizarro de ser enterrado com seu criador, voltam como novos vampiros. Se não me perdi nos detalhes, o próprio Crepúsculo é similar. Nem todo mundo mordido vira vampiro.

Continuando no exemplo de True Blood, eu não me lembro de outra referência dizendo que se um vampiro morde uma fada, ele fica bêbado e ganha poderes especiais. Se está tudo bem sugar sangue de fada, por que não pode brilhar como uma fada? Preconceito, poxa!

Finalizando, o que eu quis dizer com isso tudo aí é que Edward Cullen pode não ser o melhor exemplo de criatura das sombras sugadora de sangue, mas que as características que ele possui são coerentes com o que se considera a essência do vampiro.

No mais, vampiros não existem mesmo, qual o problema de alguém mudar alguma coisa ou outra (ou todas) para escrever seu próprio livro?